A menina é filha de quem? de Rita Ferro vence PEN Narrativa 2012
Foi com surpresa e “imensa alegria” que Rita Ferro recebeu a notícia de que o seu livro A Menina é filha de quem? venceu o Prémio Pen Clube Português de Narrativa para livros publicados em 2011. Maria Filomena Molder venceu na categoria Ensaio, Fernando Guimarães na Poesia e Pedro Vieira na Primeira Obra de romance. (...)

A menina é filha de quem? de Rita Ferro vence PEN Narrativa 2012
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento 0.3
DATA: 2012-10-30 | Jornal Público
SUMÁRIO: Foi com surpresa e “imensa alegria” que Rita Ferro recebeu a notícia de que o seu livro A Menina é filha de quem? venceu o Prémio Pen Clube Português de Narrativa para livros publicados em 2011. Maria Filomena Molder venceu na categoria Ensaio, Fernando Guimarães na Poesia e Pedro Vieira na Primeira Obra de romance.
TEXTO: Num breve contacto com o PÚBLICO, Rita Ferro disse que esta distinção foi uma grande surpresa, sobretudo sabendo que entre os cinco finalistas do Prémio de Narrativa estavam As Luzes de Leonor de Maria Teresa Horta, A Rocha Branca de Fernando Campos, O Romance do Gramático de Ernesto Rodrigues, e Tempos de Esperança de Pedro Beltrão. “Não me passou pela cabeça. Digo-o com toda a humildade”, confessou a escritora. “Fiquei muito feliz por estas pessoas do júri reconhecerem este livro como um livro sério. Foi a primeira vez que escrevi um romance sobre a minha vida. ”Rita Ferro, 57 anos, é filha do escritor António Quadros e neta de António Ferro, jornalista, político e director do Secretariado Nacional da Propaganda de Salazar. A sua mãe Paulina Roquette Ferro é personagem central do livro premiado. Autora de mais de 20 livros, Rita Ferro, que publica com a D. Quixote, diz que este livro se distingue dos outros por isso mesmo. “É matéria-prima da minha vida. Não é ficção. Há uma outra intensidade, outra verdade e outro entusiasmo. ” A decisão do PEN Narrativa foi tomada por unanimidade pelo júri composto para esta categoria por Helena Barbas, Artur Anselmo e Fernando Dacosta. E que considerou que, com esta obra, Rita Ferro se debruça "corajosamente sobre uma época e uma geração malditas que contribuíram inevitavelmente para a matriz da nossa identidade". Cada categoria teve um júri próprio. Fernando Guimarães venceu na Poesia com As raízes diferentes editado pela Relógio d'Água, Maria Filomena Molder no Ensaio com O Químico e o Alquimista, Benjamin e Leitor de Baudelaire publicados também pela Relógio d'Água . E Pedro Vieira foi o escritor distinguido na Primeira Obra com Última Paragem em Massamá editado pela Quetzal. Com excepção do prémio para primeira obra, cujo valor pecuniário é de 2500 euros, os outros prémios são de cinco mil euros. Na Narrativa, a distinção dá alento a Rita Ferro para o próximo livro em vários volumes e no qual já começou a trabalhar – um romance sobre o avô, António Ferro, de quem diz haver “um lado oculto, desconhecido, até ao momento das entrevistas a Salazar” na década de 1930. “Este prémio deu-me uma grande força para mexer em matérias familiares com outro estímulo e outra segurança. ”
REFERÊNCIAS:
Palavras-chave filha
Lei permite que assassino seja herdeiro do cônjuge que matou
Mulheres Socialistas querem resolver lacuna legal para que assassinos deixem de receber pensões das mulheres e maridos. (...)

Lei permite que assassino seja herdeiro do cônjuge que matou
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento -0.2
DATA: 2012-11-25 | Jornal Público
SUMÁRIO: Mulheres Socialistas querem resolver lacuna legal para que assassinos deixem de receber pensões das mulheres e maridos.
TEXTO: Um cônjuge que mate o outro pode à mesma ser herdeiro da vítima e ainda receber uma pensão de sobrevivência da Segurança Social devido a uma lacuna da lei que as Mulheres Socialistas criticam, defendendo uma alteração legislativa “urgente”. “Isto não pode acontecer. É perverso, quase imoral. O homicida pode ser herdeiro legal do cônjuge que matou e ainda receber uma pensão de sobrevivência”, alertou Catarina Marcelino, presidente das Mulheres Socialistas (MS). A revelação é feita no Dia Internacional da Eliminação da Violência contra Mulheres e justifica-se por existirem “mulheres que não têm família nenhuma a não ser o homicida”. Se nada for feito “o assassino tem direito à herança e, em alguns casos, à pensão de viuvez, o que é uma imoralidade”, lamenta Catarina Marcelino. “Há casos destes. Não sabemos quantos. Detectamos pelo menos um, em que uma pessoa condenada por homicídio é herdeira legal da vítima, que era casada com ele e não tinha mais família. É inaceitável”, critica a responsável. Uma consulta ao Observatório da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta mostra “vários casos em que a mulher não tinha família para além do homicida”, pelo que é “grande a possibilidade” de existirem mais homicidas herdeiros das vítimas. Explicando que “uma pessoa que mata outra não pode ser herdeira da que matou”, Catarina Marcelino indica que, para que tal aconteça não basta a condenação por homicídio, “é preciso intentar uma acção para declaração de indignidade”. “Quando a vítima não tem ninguém, o Ministério Público (MP) devia avançar com a acção para declaração de indignidade. Mas a herança é processo civil e o crime um processo penal e falta articulação”, observa, esclarecendo que ser herdeiro “não é só ter direito à pensão”, é também “ter direito legal sobre tudo o que envolva o nome da vítima”. Proposta de alteração legislativaPara contornar a lacuna legal, as MS vão, junto do grupo parlamentar do PS, “fazer todas as diligências para uma proposta de alteração legislativa”. A intenção é que os tribunais passem a “ter de, obrigatoriamente, comunicar as sentenças” relacionadas com o homicídio de cônjuges ao MP, para que este possa activar a figura legal que impede o direito do assassino à herança da vítima. O problema prende-se com dois artigos do Código Civil. Um deles estipula a incapacidade sucessória, dizendo que “carecem de capacidade sucessória, por motivo de indignidade, o condenado como autor ou cúmplice de homicídio doloso, ainda que não consumado, contra o autor da sucessão ou contra o seu cônjuge, descendente, ascendente, adoptante ou adoptado”. Apenas num outro artigo se esclarece que “a acção destinada a obter a declaração de indignidade pode ser intentada dentro do prazo de dois anos a contar da abertura da sucessão, ou dentro de um ano”, a contar da condenação pelos crimes que a determinam ou “do conhecimento das causas de indignidade”.
REFERÊNCIAS:
Partidos PS
Sequestrador de Cleveland encontrado enforcado na cela
Ariel Castro manteve três mulheres em cativeiro em casa durante dez anos. Caso foi descoberto em Maio e o homem de 53 anos foi condenado em Agosto a prisão perpétua. (...)

Sequestrador de Cleveland encontrado enforcado na cela
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento 0.0
DATA: 2013-09-04 | Jornal Público
SUMÁRIO: Ariel Castro manteve três mulheres em cativeiro em casa durante dez anos. Caso foi descoberto em Maio e o homem de 53 anos foi condenado em Agosto a prisão perpétua.
TEXTO: O sequestrador de Cleveland, que manteve três mulheres escondidas em casa, no Ohio, foi encontrado enforcado na cela. Ariel Castro ainda estava vivo e os guardas prisionais transportaram-no para o hospital mas as manobras de reanimação falharam e o detido acabou por morrer. De acordo com as informações da prisão, citadas pela BBC, Ariel Castro morreu na noite de terça-feira, aos 53 anos. Tinha sido condenado no dia 1 de Agosto a pena de prisão perpétua por ter mantido durante mais de uma década em cativeiro três mulheres. O caso foi descoberto em Maio, altura em que se soube que as três mulheres (agora com 32, 27 e 23 anos) estiveram acorrentadas e que foram repetidamente violadas pelo antigo condutor de uma carrinha escolar. Com uma delas chegou mesmo a ter um filho. Entretanto, a casa onde tudo aconteceu foi demolida. Uma porta-voz do estabelecimento prisional de Ohio onde Ariel Castro estava detido, JoEllen Smith, citada pela BBC, especificou que o condenado estava sozinho numa cela e que era feita uma ronda a cada 30 minutos devido à notoriedade do seu caso, ainda que não houvesse medidas especiais relacionadas com risco de suicídio. Risco de suicídio tinha sido afastadoSegundo o Washington Post, antes da condenação, Ariel Castro chegou a estar preso com vigilância permanente mas como foi afastado o risco de suicídio após a condenação passou-se para este tipo de ronda. “Depois de encontrarem Castro inanimado, a equipa médica da prisão começou as manobras de suporte básico de vida. Pouco depois foi transportado e o óbito foi declarado” às 22h52 locais (3h52 de Lisboa), acrescentou a porta-voz do estabelecimento prisional. De acordo com o The New York Times o detido foi levado para o Ohio State University Wexner Medical Center, onde foi confirmada a morte. Entretanto foi aberto um inquérito ao caso já que, ainda de acordo com o NYT, não é clara a forma como Ariel Castro se terá enforcado. Lugar para Ariel só na prisão, disse o juizNo dia em que foi condenado, Ariel Castro ouviu o juiz afirmar que não havia lugar para ele neste mundo a não ser a prisão. E ouviu Michelle Knight, uma das três mulheres que raptou, violou e manteve presas durante vários anos, dizer-lhe que o seu inferno iria começar naquele momento. Ariel Castro foi acusado de 977 crimes, entre eles homicídio agravado, ao ter provocado um aborto numa das mulheres que mantinha presas em casa. Nos termos de um acordo, considerou-se culpado de 937 desses crimes – no início do processo declarou-se inocente. Em tribunal, Ariel Castro pediu desculpa às vítimas, mas garantiu não ser um monstro, insistindo que não é mau nem violento e que foi vítima de abusos quando era criança. “Estão a pintar-me como um monstro. Não sou um monstro. Sou doente”, disse o antigo motorista, de 53 anos, que compareceu em tribunal de uniforme laranja e barba. Aliás, durante os dez anos de cativeiro Castro conseguiu manter uma vida normal perante amigos e família e chegou mesmo a comparecer perante vigílias pelas meninas desaparecidas. A audiência foi muito emotiva e ficou marcada pelo depoimento de Michelle Knight, a única das três vítimas a comparecer em tribunal. “Durante 11 anos, estive no inferno. Agora o teu inferno está a começar. Vais viver no inferno pela eternidade”, disse Michelle Knight, de 32 anos. “A partir deste momento, não vou deixar que me afectes. Vou seguir a minha vida e tu morrerás um bocadinho todos os dias. ”A sentença surgiu depois de Ariel Castro ter chegado a acordo com o tribunal para evitar a pena de morte. Castro raptou Michelle Knight, Amanda Berry e Georgina DeJesus entre 2002 e 2004. Berry tinha 16 anos, DeJesus 14 e Michelle Knight 21. As mulheres (assim como uma criança de seis anos, filha de Castro e de Amanda Berry) foram libertadas em Maio, depois de uma delas, Berry, ter conseguido pedir ajuda a um vizinho que acorreu ao chamamento, apesar de ter pensado tratar-se de uma discussão doméstica. Berry conseguiu vir até à porta da frente da casa com a criança e gritou que precisava de ajuda e que estava sequestrada há dez anos. Depois, já a partir da casa de um vizinho, fez uma chamada para as autoridades dizendo que era a pessoa que há vários anos aparecia nas notícias e pediu que a polícia fosse rapidamente para o local.
REFERÊNCIAS:
Palavras-chave aborto morte filha homicídio suicídio filho tribunal prisão ajuda criança mulheres doméstica cativeiro
Doente morre no hospital após falha na viatura médica de socorro
Homem de 39 anos foi socorrido pelos bombeiros por não haver médico naquele momento para a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha. Inspecção-Geral das Actividades em Saúde vai abrir um processo ao caso. (...)

Doente morre no hospital após falha na viatura médica de socorro
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento -0.15
DATA: 2014-05-02 | Jornal Público
SUMÁRIO: Homem de 39 anos foi socorrido pelos bombeiros por não haver médico naquele momento para a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha. Inspecção-Geral das Actividades em Saúde vai abrir um processo ao caso.
TEXTO: Um homem de 39 anos morreu no Centro Hospitalar das Caldas da Rainha depois de ter sido transportado para a unidade numa ambulância dos bombeiros, por a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) estar parada por falta de médico. A vítima, adianta o Diário de Notícias, estava com hemorragias e a entrar em paragem cardiorrespiratória quando a mulher, enfermeira no mesmo centro hospitalar, contactou o 112. Porém, na segunda-feira, à hora a que foi feita a chamada, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) acabou por enviar uma ambulância dos bombeiros porque a VMER estava parada por não haver médico. Foi a própria enfermeira a iniciar as manobras de reanimação do marido. Questionado pelo PÚBLICO, o Ministério da Saúde remeteu eventuais declarações sobre o tema para durante o dia, mas confirmou que a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde, tal como nas restantes situações, vai abrir um processo de averiguações ao caso das Caldas da Rainha. O Centro Hospitalar das Caldas da Rainha confirmou, através de um comunicado, que “lamentavelmente, na manhã do dia 28 de Abril, a VMER das Caldas da Rainha esteve inoperacional por um período de cerca de duas horas, entre as 8h e as 10h, por falta de médico. O socorro e o transporte foram geridos pelo CODU [Centro de Orientação de Doentes Urgentes]. O utente chegou ao hospital transportado pelos bombeiros. O óbito foi confirmado já na urgência”. Porém, a unidade garantiu que tanto a VMER das Caldas da Rainha como a de Torres Vedras têm tido uma operacionalidade de 97% e de 99% desde Janeiro. O hospital aguarda agora o resultado da autópsia do Instituto Nacional de Medicina Legal, escusando-se, para já, a avançar as causas da morte. Este não é o primeiro caso em que a operacionalidade dos meios de socorro é colocada em causa. Na quarta-feira, na comissão parlamentar de Saúde, onde esteve o ministro da Saúde na sequência de um agendamento potestativo do PCP, os problemas relacionados com o INEM foram um dos temas em debate. Na altura, perante dúvidas apontadas pela oposição, Paulo Macedo reafirmou a sua confiança nestes meios e disse que é necessário aguardar pelos inquéritos dos casos que mereceram ser alvo de investigação. Já antes, o ministro tinha dito que 2013 foi o ano com menos inactividade de sempre nestes meios. Na sequência desta novo caso, o PS já anunciou que vai requerer os resultados dos inquéritos às falhas no Serviço de Emergência Médica, pedindo ao ministro da Saúde que assuma responsabilidade depois de ter transformado o serviço "em algo que gera a maior intranquilidade nas pessoas". "O PS vai requerer institucionalmente o resultado desses inquéritos, dessas inspecções, para que o senhor ministro não possa lavar novamente as mãos como Pilatos, para que compreenda que o Serviço de Emergência Médica não pode ter falhas, é para salvar vidas, tal como os controladores aéreos não podem ter falhas, porque estão vidas em jogo", afirmou o deputado do PS José Junqueiro, citado pela Lusa, em declarações aos jornalistas no parlamento. "Não se trata só de uma responsabilidade política, trata-se já neste caso de matéria de consciência e o senhor ministro tem de perceber que deve assumir imediatamente as suas responsabilidades, não se pode refugiar atrás de inquéritos, de inspecções, dos quais o país até ao dia de hoje não tem nenhum conhecimento", acrescentou o deputado socialista. No início de Abril, o Ministério da Saúde (MS) tinha já dado a conhecer um novo despacho que determina que os directores dos serviços de urgência passam a ter a responsabilidade de manter, com conhecimento do INEM, uma lista com o pessoal apto para tripular as VMER, as escalas de serviço (que devem indicar substitutos em caso de falta) e a “operacionalidade permanente do meio”. O diploma fixa ainda que todos os médicos e enfermeiros dos serviços de urgência, das unidades de saúde, com formação em emergência dada pelo INEM, “podem ser chamados para integrar a escala de profissionais que asseguram a tripulação” das VMER, em detrimento de outras actividades hospitalares”. A tutela justifica este despacho com a necessidade de “reforçar as regras que garantam a operacionalidade permanente dos meios de emergência pré-hospitalar, assegurando o seu regular funcionamento” e “reduzindo” os “tempos de inoperacionalidade”. Mas o novo enquadramento também responde “a conclusões preliminares de um processo de averiguações da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde às inoperacionalidades das VMER que está em curso e será oportunamente divulgado”. A polémica estalou depois de, em Évora, a VMER do hospital da cidade não ter saído para socorrer duas vítimas de um acidente perto de Reguengos de Monsaraz, porque o médico escalado faltou.
REFERÊNCIAS:
Partidos PS PCP
Sida: cantora alemã condenada a dois anos de pena suspensa
A cantora alemã Nadja Benaissa, acusada de não ter dito aos parceiros sexuais que tinha o vírus da sida e de ter passado a infecção a um deles, foi condenada hoje a dois anos de pena suspensa por um tribunal de Darmstadt, na Alemanha. (...)

Sida: cantora alemã condenada a dois anos de pena suspensa
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento 0.0
DATA: 2010-08-26 | Jornal Público
SUMÁRIO: A cantora alemã Nadja Benaissa, acusada de não ter dito aos parceiros sexuais que tinha o vírus da sida e de ter passado a infecção a um deles, foi condenada hoje a dois anos de pena suspensa por um tribunal de Darmstadt, na Alemanha.
TEXTO: Nadja Benaissa, de 28 anos, soube que tinha VIH em 1999, tinha então 17 anos. Entre 2000 e 2004, teve relações sexuais com três homens, sem que os tivesse informado que estava infectada com o vírus. Um deles, identificado apenas por Ralph S. , de 34 anos, apresentou queixa contra ela. Em Abril do ano passado, Nadja foi algemada diante dos fãs, pouco antes de entrar em palco com a sua banda pop feminina, as No Angels, para um concerto em Frankfurt e acusada de ter provocado danos corporais graves a um homem e de ter tentado fazê-lo a outros dois. Ontem, os advogados fizeram as alegações finais do julgamento, que começou no início da semana passada. Tanto o advogado de acusação como o de defesa pediram dois anos de pena suspensa para Nadja, que, segundo a lei alemã, se arriscava a uma pena de prisão de até dez anos. O advogado de acusação, Peter Liesenfeld, disse que a vocalista das No Angels “mostrou consciência da sua culpa”. As associações de apoio a pessoas infectadas têm considerado este julgamento como uma “caça às bruxas”, que só fomenta a estigmatização de quem vive com o vírus. “Estamos preocupados com os resultados deste julgamento, por pode passar a mensagem de que não se deve fazer o rastreio do VIH, porque se não se souber não se é responsabilizado”, disse Volker Mertens, porta-voz da Fundação Alemã contra a Sida, ainda antes de ter sido conhecida a sentença. “O julgamento também pode dar a impressão de que os portadores do VIH são os principais responsáveis [em evitar a transmissão], enquanto nós achamos que toda a gente têm essa responsabilidade, insistindo por exemplo no uso do preservativo. ”
REFERÊNCIAS:
Palavras-chave homens lei prisão homem feminina
PJ deteve mulher suspeita de ser responsável pelo incêndio das Caldas da Rainha
A Polícia Judiciária (PJ) de Leiria anunciou esta manhã a detenção de uma mulher de 32 anos pela presumível autoria material do incêndio que, na madrugada de segunda-feira, nas Caldas da Rainha, foi responsável pela morte de três pessoas e ferimentos noutras sete. (...)

PJ deteve mulher suspeita de ser responsável pelo incêndio das Caldas da Rainha
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento 0.2
DATA: 2011-02-08 | Jornal Público
SUMÁRIO: A Polícia Judiciária (PJ) de Leiria anunciou esta manhã a detenção de uma mulher de 32 anos pela presumível autoria material do incêndio que, na madrugada de segunda-feira, nas Caldas da Rainha, foi responsável pela morte de três pessoas e ferimentos noutras sete.
TEXTO: De acordo com a PJ, a mulher ocuparia um quarto no primeiro andar do prédio onde ocorreu o sinistro. Durante a noite terá acendido uma vela, vindo a adormecer e não dando conta das chamas que acabaram por alastrar pelas dependências do imóvel. As três vítimas mortais ocupavam as águas furtadas do edifício, tendo sucumbido devido à inalação de fumo. Sete outras pessoas, entre elas a presumível autora do incêndio, acabaram por ter de receber assistência médica. O prédio onde deflagraram as chamas teria apenas licença para funcionamento de escritórios mas, ao que tudo leva a crer, estaria a funcionar ilegalmente como pensão. Os bombeiros confirmaram que, apesar de existirem extintores no imóvel, nenhum foi utilizado para combater o fogo.
REFERÊNCIAS:
Entidades PJ
Berlusconi gastou 280 mil euros em carros para as mulheres das festas privadas
Silvio Berlusconi gastou pelo menos 280 mil euros em carros para oferecer às mulheres que participaram nas suas festas privadas, segundo documentos que foram apresentados pela procuradoria de Milão no âmbito do processo em que o primeiro-ministro italiano está a ser acusado por abuso de poder e relações sexuais com menores. (...)

Berlusconi gastou 280 mil euros em carros para as mulheres das festas privadas
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento -0.05
DATA: 2011-02-24 | Jornal Público
SUMÁRIO: Silvio Berlusconi gastou pelo menos 280 mil euros em carros para oferecer às mulheres que participaram nas suas festas privadas, segundo documentos que foram apresentados pela procuradoria de Milão no âmbito do processo em que o primeiro-ministro italiano está a ser acusado por abuso de poder e relações sexuais com menores.
TEXTO: A lista foi divulgada pelo diário “Corriere della Será” e inclui 13 carros, com marcas que vão da Volkswagen à Land Rover. Houve mesmo dois Mini One que terão sido comprados pelo contabilista do primeiro-ministro italiano, e no rol de viaturas estão também mais quatro Mini, cinco Smart Fortwo, um Volkswagen New Beetle e um Land Rover que valerá cerca de 70 mil euros. Ao todo foram gastos 280 mil euros. Todas as viaturas foram oferecidas às jovens que participavam nas famosas festas “bunga bunga”. Algumas terão sido pagas com dinheiro vivo. A marroquina Kharima El Mahroug, mais conhecida por Ruby, que esteve nessas festas e terá estado envolvida com Berlusconi quando ainda era menor, também já disse aos magistrados, em declarações prestadas e 3 de Agosto, que o primeiro-ministro lhe tinha prometido um Audi R8. Os magistrados de Milão decidiram dar seguimento às acusações e o julgamento de Berlusconi irá começar a 6 de Abril, depois de a juíza de instrução Cristina Di Censo ter considerado que há “provas evidentes” de que Ruby manteve relações sexuais com o primeiro-ministro quando era menor de idade em troca de dinheiro.
REFERÊNCIAS:
Tempo Abril Agosto
Padre italiano acusado de abuso sexual e posse de droga
O cardeal de Génova e presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), Angelo Bagnasco, afastou de “todas as tarefas sacramentais” o padre da sua cidade Riccardo Seppia, de 50 anos, detido este fim-de-semana por acusação de abuso sexual de um jovem de 16 anos e por posse de cocaína. (...)

Padre italiano acusado de abuso sexual e posse de droga
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento 0.25
DATA: 2011-05-16 | Jornal Público
SUMÁRIO: O cardeal de Génova e presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), Angelo Bagnasco, afastou de “todas as tarefas sacramentais” o padre da sua cidade Riccardo Seppia, de 50 anos, detido este fim-de-semana por acusação de abuso sexual de um jovem de 16 anos e por posse de cocaína.
TEXTO: O arcebispo, superior máximo do padre detido, reagiu prontamente e de forma dura ao incidente e dirigiu-se à igreja do Espírito Santo para substituir Seppia na sua missa de domingo, avança o diário espanhol El País. Antes da eucaristia, um sacerdote leu uma nota onde anunciou que o padre detido já não pode confessar nem celebrar missas. Depois, o presidente da CEI expressou a sua solidariedade para com as “eventuais vítimas e suas famílias” e confessou sentir “dor e desconcerto” com a situação, acrescentando que tem “plena confiança na magistratura”. Segundo fontes policiais, o sacerdote terá abusado repetidamente do rapaz que frequentava a sua paróquia, convidando-o mesmo a experimentar cocaína. E não está excluída a hipótese de existirem mais vítimas. O caso foi descoberto através de escutas feitas ao telefone do padre, na sequência de uma investigação sobre tráfico de droga em Milão – cidade a que Seppia se deslocava com frequência e onde ia a saunas e locais nocturnos. Nesses mesmos telefonemas e em algumas mensagens o padre deu informações que culminaram na detenção. Contudo, o padre já proclamou a sua inocência ao capelão da prisão onde se encontra detido. Hoje será presente a tribunal, onde será ouvido pelos juízes que estão também a investigar outras três pessoas. O caso coincide com a publicação hoje, por parte do Vaticano, de uma circular que tem como objectivo informar as dioceses de todo o mundo dos procedimentos a seguir em casos de abusos de menores, de forma a contrariar a “cultura de silêncio” que a Igreja tem mantido.
REFERÊNCIAS:
Palavras-chave cultura tribunal prisão
Polícia irlandesa descobriu bombas armadilhadas a poucas horas da chegada da Rainha
A polícia irlandesa desmantelou uma bomba, pronta a explodir, num autocarro em Maynooth, a 25 quilómetros de Dublin, a poucas horas da chegada da Rainha Isabel II, para uma visita histórica. Pouco depois foi descoberto um segundo engenho numa paragem de eléctricos. (...)

Polícia irlandesa descobriu bombas armadilhadas a poucas horas da chegada da Rainha
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento -0.1
DATA: 2011-05-17 | Jornal Público
SUMÁRIO: A polícia irlandesa desmantelou uma bomba, pronta a explodir, num autocarro em Maynooth, a 25 quilómetros de Dublin, a poucas horas da chegada da Rainha Isabel II, para uma visita histórica. Pouco depois foi descoberto um segundo engenho numa paragem de eléctricos.
TEXTO: Esta segunda bomba, que foi detectada na linha de eléctricos LUAS depois de a polícia ter recebido um alerta por telefone por volta das 5h30 (mesma hora em Lisboa), está agora a ser investigada pelo exército, após o primeiro engenho encontrado ter sido explodido numa detonação controlada. Segundo o diário britânico "The Guardian", que cita fontes policiais, esta primeira bomba, detectada na noite de ontem, tratava-se de um engenho artesanal "viável" (expressão que indica a sua capacidade de explosão) e estava no compartimento de bagagens de um autocarro, estacionado nos arredores de Maynooth, zona de County Kildare. Uma equipa de minas e armadilhas chegou ao local pouco após as 23h00, tendo procedido à sua explosão controlada junto a um hotel nas proximidades menos de uma hora mais tarde. Todo o material foi então recolhido e entregue às autoridades policiais para investigação. A Irlanda montou a maior operação de segurança para a visita de Isabel II, uma ocasião cheia de simbolismo que visa testar a proximidade entre Inglaterra e Irlanda passados anos de conflitos. Já ontem tinha ocorrido uma ameaça de bomba em Londres. A última vez que um monarca foi à Irlanda foi em 1911, com Jorge V. Notícia actualizada às 8h45
REFERÊNCIAS:
Cidades Lisboa Londres
Carla Bruni-Sarkozy: A rainha de França
Ela é a senhora de França, mulher de Nicolas I, o Presidente-Sol. Carla Bruni-Sarkozy, a italiana que cresceu francesa, a modelo que se vestiu de cantora e se transformou em primeira-dama, catalisa um fascínio violento. Carla é rica, bonita, inteligente, elegante. É também distante. Algures entre Jacqueline Kennedy e Maria Antonieta, poucos aguentam uma rainha assim. (...)

Carla Bruni-Sarkozy: A rainha de França
MINORIA(S): Mulheres Pontuação: 10 | Sentimento 0.0
DATA: 2011-06-10 | Jornal Público
SUMÁRIO: Ela é a senhora de França, mulher de Nicolas I, o Presidente-Sol. Carla Bruni-Sarkozy, a italiana que cresceu francesa, a modelo que se vestiu de cantora e se transformou em primeira-dama, catalisa um fascínio violento. Carla é rica, bonita, inteligente, elegante. É também distante. Algures entre Jacqueline Kennedy e Maria Antonieta, poucos aguentam uma rainha assim.
TEXTO: Pedro Rosa Mendes falou com os biógrafos, oficiais e oficiosos, da “primeira-dama que não gosta do Eliseu”. O texto na íntegra pode ser lido na edição de 12 de Junho da revista Pública, vendida aos domingos com o jornal PÚBLICO e na edição “online” exclusiva para assinantes Outros destaques:- Julian Assange tornou-se num ditador, numa estrela pop, num pseudolíder revolucionário sem escrúpulos que perdeu de vista os objectivos iniciais. Transformou a WikiLeaks numa organização sem ética, democracia ou transparência. Esta é a visão de Daniel Domscheit-Berg, o eterno “número dois” de Assange, que deu uma entrevista a Paulo Moura sobre o livro que escreveu a explicar por que fundou a organização concorrente OpenLeaks e onde enxovalha o ex-amigo. - Hoje, o Movimento 20 de Fevereiro vai voltar a sair à rua em Marrocos. Quarta-feira, estará pronta a nova Constituição, que os eleitores vão referendar. O reino está a mudar. Já estava, dizem uns. Está, mas só à superfície, dizem outros. Reportagem de Sofia Lorena e Nelson Garrido, em Rabat- Esta é a noite do teatro musical norte-americano e uma peça transgressora sobre os mórmones e a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, criada pelos autores da série televisiva South Park, é a mais nomeada e uma vencedora antecipada. Tiago Bartolomeu Costa foi ver “The Book of Mormons” a Nova Iorque e conta como uma peça de teatro põe a América a olhar para a sua fé. . . em si mesma. - Todos sabemos que o mundo vai acabar em 2012. Até fizeram um filme sobre isso. O que muitos não sabem é que o iPod foi um dos maiores fracassos comerciais de sempre. Palavra de Alan Sugar, fundador da Amstrad. E que o “spam” acabou em 2006. Palavra de Bill Gates. Alexandre Guimarães enumera algumas das previsões falhadas dos gurus da tecnologia. - A inauguração do Museu Cristobal Balenciaga marca o nascimento de um novo espaço cultural no País Basco e pôs Joana Amaral Cardoso a olhar para a obra do visionário basco e sua presença na história do século XX.
REFERÊNCIAS:
Tempo Junho Fevereiro